sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Felizmente a felicidade vem com o sol, às nuvens se dissipam e aquele tom azul claro preenche todo o céu. É a hora que deixamos nossas cavernas, e saímos para respirar novamente, alguns aproveitam um dia assim com a família, outros preferem os amigos, o em minha opinião não é diferente de uma família, outros, pré-programados, continuam em suas cavernas, logicamente é mais seguro que se arriscar, afinal, fora dela é um mundo estranho, sem falar que dependendo do ponto de vista, um dia gostoso de chuva poder ser um infeliz dia nublado e escuro. Certas pessoas nem colocam seu rosto pra fora da caverna, sem saber se faz chuva ou sol. Alienados do mundo. Seres que dependem de maquinários pra continuar vivos, não, pois estarem fracos por meio de doença ou velhice, mas sim porque esqueceram que como o céu azul é como é correr pela rua, porque esqueceram que tinha pernas. Sem a maravilhosa caixa mágica eles não respiram, não pensam, não vivem. A Caixa que foi inventada por homens, agora passa a inventá-los. Tornamos-nos dependentes de nossa maligna obra-prima.

Quer um conselho?Desligue-o um pouquinho, saia de sua caverna, reaprenda a usar as pernas, vá até a praia,sorria, aproveite da música e da verdadeira obra-prima que é a vida

Ah! E aproveite para levar companhia, afinal o dia é mais proveitoso quando você tem companhia. Não precisa ser sempre, mas tire alguns dias pra esquecer-se da bolsa de valores, de comprar o jornal, de saber quem vai ganhar a libertadores ou a copa. Aproveite o sol azul, enquanto ele ainda está lá, porque assim como ele veio, ele pode ir embora.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Blog recentemente criado, desde já peço perdão pelos erros de português, haverão muitos.

Crio esse Blog com o intuito de passar alguma coisa, se é bom ou ruim eu não me importo. Normalmente não escreverei tentando passar pra ninguém que sou uma boa pessoa ou uma pessoa ruim. Normalmente escreverei sobre o que estou pensando no momento, e já gostaria de deixar claro que sou uma pessoa volúvel, amo e odeio na mesma intensidade. O que eu quero dizer com isso? Que haverão posts depressivos, animadores, irritados, profundos e vazios. Caberá a vocês decidirem qual post vão ler.


Começo agora meu primeiro post onde talvez eu venha a cair em contradição, alegando não pensar mais isso no próximo post.



Alguém já reparou que quanto mais temos esperanças, mais elas vão se perdendo ao longo da estrada? E não é só com relação a esperança.
Se você acredita e confia em alguém, uma hora ela vai te decepcionar, nem falo isso de forma pessimista, digo mais porque somos seres humanos, e por natureza somos egoístas, ficamos decepcionados quando algo não ocorre da forma que esperamos, às vezes brigamos com nossos amigos porque eles não fizeram aquilo que queríamos.
Somos simplesmente obcecados por nós mesmos, nem sempre somos amigos ou falamos realmente com alguém porque gostamos deles, e sim porque eles podem ser úteis alguma hora. Não me diga que você nunca fez porque obviamente estará mentindo, é de nossa natureza fazer isso. Afinal, quanto mais amigos tivermos, mais favores podemos ganhar. Sim, é horrível pensar assim, quer dizer é horrível perceber isso, não é? Olhar no fundo e vermos que não somos diferentes de quem não gostamos, até porque cerca de 50% das pessoas que não gostamos é porque elas falam de alguém ou de nós mesmos por trás, um conceito bem hipócrita e comum do ser humano.
O homem é um ser dotado de inteligência, porém sempre se encontra confuso. Perdemos o chão quando somos surpreendidos,quando descobrimos que alguém não gostava da gente, só nos usava, aí a gente passa a enxergar essa pessoa como um inimigo,mas espere? Você não faz o mesmo? Não apenas falava com algum companheiro de turma por que ele fazia seu trabalho? Ou era amigo de alguém importante pra estar sempre livre de problemas?
Ainda bem que somos burros e nem sempre percebemos que esse tipo de coisa faz mal a alguém. Senão ficaríamos um tanto quanto relaxados, quando fosse se tratar de outra pessoa e ainda mais egoístas.